Interrompidas: Sem apoio, adolescentes no Maranhão abandonam a escola após a gravidez
A gravidez na adolescência e a ausência de suporte familiar e de políticas públicas comprometem a educação de meninas no Maranhão.
Maranhense formada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Pós-graduada em Jornalismo Digital e Alfabetização e Letramento. Atualmente cursa Licenciatura em Artes Visuais também pela UFMA.
Experiência com reportagem jornalística nas áreas de gênero, territórios e direitos humanos. Trabalha com captação de imagens, edição de vídeos, áudios e fotos.
A gravidez na adolescência e a ausência de suporte familiar e de políticas públicas comprometem a educação de meninas no Maranhão.
Movimentos valorizam saberes tradicionais e lutam pelos direitos de mulheres que atuam na quebra do coco babaçu no nordeste do país.
Preconceito, burocracia e falta de assistência técnica dificultam ainda mais o acesso aos editais dos programas voltados à produção rural
Difícil de fiscalizar, exploração de crianças ainda é realidade em cidades do interior do país, especialmente no Nordeste
Como ele escreve: "Tomo uma dose de mim todos os dias porque me mereço"
O consumo de livros usados está em alta e os influenciadores literários abrem espaço para o debate sobre o assunto
Ir além do repasse de informações é importante para se fazer uma cobertura jornalística adequada sobre casos de violência contra crianças e adolescentes.
Jornal Laboratório do Curso de Jornalismo da UFMA de Imperatriz
Com a retomada das aulas, professores e alunos tiveram que se adaptar psicologicamente à nova realidade de ensino.