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Leda Antunes

Jornalista

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Versátil e criativa, com sete anos de experiência em diversas áreas do mercado do jornalismo, incluindo a cobertura factual em jornal impresso diário e grandes portais de notícias, cobertura de mercados financeiros em tempo real, grandes reportagens, produção e pauta de telejornalismo e documentário. Desde 2018 me dedico à cobertura de direitos humanos, direitos das mulheres, violência de gênero e diversidade. Especialista em Políticas Públicas e Justiça de Gênero pelo Conselho Latino-americano de Ciências Sociais. Repórter com passagens e colaborações para Jornal O Globo, UOL, HuffPost Brasil, Folha de S.Paulo, Veja.com e Agência Estado.

Contato: [email protected]

Portfolio
O Globo
07/24/2019
Por que é tão difícil identificar um relacionamento abusivo (e sair dele)

RIO - Um vídeo publicado pela youtuber Dora Figueiredo em 2019 abriu o debate sobre abuso em relacionamentos amorosos. Emocionada, ela falou por 17 minutos sobre sua relação com um ex-namorado, contando detalhes de como se sentia controlada e diminuída pelo então companheiro. As imagens (assista abaixo) já foram visualizadas mais de 2 milhões de vezes.

O Globo
09/05/2021
Orçamento Federal da Cultura cai à metade em dez anos

A Cultura brasileira viu seus recursos minguarem na última década. O orçamento federal disponível para políticas culturais recuou 46,8% entre 2011 e 2021. Há dez anos, o extinto Ministério da Cultura tinha à disposição R$ 3,33 bilhões. Neste ano, o valor autorizado é de R$ 1,77 bilhão.

O Globo
07/15/2021
Brasil registrou uma denúncia de violência doméstica por minuto em 2020

RIO - Ao longo de 2020, foram realizadas 694.131 ligações ao 190 para denunciar ocorrências de violência doméstica no Brasil. Isso significa dizer que, no ano marcado pela pandemia, o país registrou mais de um chamado por minuto para denunciar violências cometidas contra mulheres em suas próprias casas.

O Globo
05/28/2021
Exclusivo: Pandemia faz oferta de DIU e laqueadura pelo SUS cair mais de 40%

Apesar de serem considerados essenciais, os serviços de planejamento familiar e contracepção foram impactados pela pandemia. A crise sanitária, que sobrecarregou todo o sistema de saúde brasileiro, fez com que a oferta de dispositivos intra-uterinos (DIU) e laqueaduras tubárias pelo SUS recuasse mais de 40% em 2020, em comparação ao ano anterior.

YouTube
05/11/2019
A luta feminista dentro das escolas

Produção e roteiro do documentário "Garotas na luta", uma realização do jornal O Globo com patrocínio do Colégio e Curso De A a Z. O filme debate o papel dos coletivos feministas criados por jovens dentro das escolas com o objetivo de mudar o ambiente escolar e lutar coletivamente contra o machismo.

O Globo
07/23/2019
Após virarem mães, mulheres são 'empurradas' ao empreendedorismo

O caminho que leva uma mulher ao empreendedorismo nem sempre envolve o sonho de abrir o próprio negócio, uma ideia genial ou o desejo de ser chefe de si mesma. A decisão acontece, em muitos casos, depois da maternidade e por pura necessidade. A ausência de flexibilidade nas empresas e a falta de vagas em creches estão entre os fatores que empurram as mães para fora do mercado formal de trabalho.

Uol
11/11/2019
Mais mudanças no emprego

Maior mudança nas leis trabalhistas desde a criação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), em 1943, a reforma trabalhista completa dois anos de vigência nesta segunda-feira (11/11) sem cumprir sua principal promessa: gerar muitos empregos.

Folha de S.Paulo
07/01/2019
Taxa de desemprego se estabiliza à custa de vagas piores e salários mais baixos

A retomada consistente do mercado de trabalho é um cenário ainda muito distante do atual horizonte do Brasil, indicam os dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) divulgados pelo IBGE na sexta-feira (28). Isso porque o mercado de trabalho no Brasil continua sustentado por vagas de baixa qualidade, deixando parte dos brasileiros no subemprego e achatando salários.

HuffPost Brasil
01/31/2019
Alterar nome social em cartório ainda é desafio para pessoas trans

Depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) assegurar o direito de as pessoas trans alterarem seu nome e gênero sem a necessidade de autorização judicial, laudo médico ou cirurgia - e diretamente nos cartórios -, a carioca Manoela Menandro, de 26 anos, não imaginava que seu pedido seria encaminhado para a Justiça.

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