Gizmodo Brasil
Autor no Tecnoblog. Formado em Jornalismo pela USP. Foi editor-assistente no Gizmodo Brasil e colaborou com UOL Tecnologia e Trivela. Foi estagiário da Agência USP de Notícias e pesquisador do Projeto Pequena Grande Imprensa, do Projor.
Gizmodo Brasil
Imagine um país com histórico de ter erradicado várias doenças por meio de amplas campanhas de vacinação, com rede pública de saúde capilarizada, técnicos experientes e capacidade de produção nacional. Este país deveria se sair muito bem diante de uma emergência em saúde pública como a pandemia de Covid-19, certo?
Nas últimas semanas, a história de a Apple vender seus iPhones sem carregador deixou o estágio de revolta nas redes sociais para tomar contornos mais oficiais. O Procon-SP e o Procon-SC notificaram a empresa por causa dessa nova política, e o caso ganhou repercussão até na imprensa estrangeira.
Você provavelmente não se lembra o que estava fazendo no exato dia 1º de setembro de 2008, quando o Gizmodo Brasil foi ao ar pela primeira vez. Mas você deve se lembrar de como era a vida e a relação com a tecnologia naquela época.
Dentro da Universidade de São Paulo, a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin foi criada em 2005. O prédio construído especialmente para receber o acervo do Dr. José Mindlin, que tem mais de 40 mil volumes, só ficou pronto no começo de 2013, mas a digitalização de seu acervo começou bem antes: em 2008, foi formada a equipe que seria responsável pelo projeto da Brasiliana USP, a versão digital da Mindlin, que foi ao ar em julho de 2009.
No começo, era o Napster. Você procurava a música que queria, baixava e (depois de algum tempo, de madrugada, para não gastar pulso na conta telefônica) fim de papo. Depois vieram iTunes, Rapidshare, 4shared, torrent, até chegarmos na era do streaming de música.
Reportagem em quatro partes sobre o passado, o presente e o futuro dos rios de São Paulo
UOL Tecnologia
O mais recente escândalo envolvendo o Facebook elevou a uma proporção gigantesca um problema que tem aparecido aos poucos há um tempo: não apenas deixamos muitos dados nas redes sociais, mas também essas informações são usadas para influenciar pessoas, vender produtos e identificar personalidades. "Hoje, os dados são uma commodity como o petróleo.
Você muito provavelmente está lendo esta matéria em um aparelho que não precisa de fios para se conectar à internet. Seja no ônibus ou no metrô, seja em casa ou no trabalho, usando as redes 4G no celular ou navegando na internet com um computador conectado a uma rede Wi-Fi, é fácil esquecer que grande parte do vai e vem de informações na rede ainda depende de cabos.
Agência USP de Notícias
Estudo com camundongos mostra que fragmento de miosina Va leva células tumorais a morte
Aulas de Física foram melhor compreendidas pelos alunos com auxílio de romances sobre a Teoria da Relatividade